30/04/2020

Voluntárias recebem mulheres em situação de rua

Aproximadamente 38 unidades da Fazenda da Esperança acolheram pessoas em situação de rua nos últimos 45 dias

Voluntárias recebem mulheres em situação de rua

O centro feminino, em Guaratinguetá/SP, recebeu mais de 50 mulheres entre elas algumas acompanhadas de seus filhos. Para isso, foi necessária a dedicação de voluntárias como Daniela Lima, responsável pelo centro feminino, em Guaratinguetá/SP, e Jackeline Guinatte, uma ES – *iniciais de Esperança, nome dados pelos fundadores aos que terminam o período de um ano de recuperação.

Jackeline conheceu a Fazenda em 1989, durante o seu primeiro ano de recuperação. Ao término retornou para casa e permaneceu sóbria por 10 anos. Com o fim de seu casamento passou a usar cocaína, álcool e se envolveu no tráfico de drogas. Foram mais de 20 anos de adicção.

“Nos momentos de aflição pedia a Deus que Ele fosse o responsável pela minha morte, até que um dia tive a coragem de pedir ajuda para me libertar. Falei com meu irmão e ele me disse uma frase, que jamais vou esquecer: ‘Vou te levar para a Fazenda, porque lá foi o único lugar que você ficou bem’”, contou Jackeline.

Oferecer casa e ser abrigo

Faltava apenas um mês para Jackeline concluir novamente o ano de recuperação. Ela se preparava para ir morar na Fazenda da Itália junto a sua filha. No entanto, nesse período, começaram no Brasil as medidas de isolamento social devido à pandemia de COVID-19, o que ocasionou na mudança dos destinos de mãe e filha: “então perguntei para Deus: o que queres de mim?”, ponderou Jackeline. Ao que Daniela, responsável pelo centro feminino, chamou-a para conversar.

“Imaginei que seria sobre meu certificado de conclusão, mas para minha surpresa ela me convidou para acolher as meninas moradoras de rua e a princípio teriam que ficar de quarentena”, explicou. Segundo Jackeline, o coração dela se encheu de alegria e certo medo, mas “ao receber cinco meninas, entre elas duas grávidas, vi que Jesus se manifestava em cada uma”, disse.

Daniela afirmou que sua reação, em um primeiro momento, foi contraria a acolher por causa do medo. Depois, “tivemos uma reunião, com as fundadoras, onde pude entender que era uma oportunidade que Deus estava me dando para que eu pudesse realmente entrar na essência da minha vocação, que é ir ao encontro do ‘leproso’”, observou.

Escute o testemunho completo de Daniela:

Fazenda da Esperança · Testemunho - Daniela Lima
 
 

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